VENCENDO O APARENTE PARADOXO DE DUAS REALIDADES

Vencedor2Genericamente a palavra “realidade” é definida como algo ou alguém que tem existência real, algo verdadeiro, algo que por consenso geral ou por demonstração científica efetivamente existe. Normalmente, associamos a realidade a algo que seja percebido pelos nossos sentidos naturais, algo que seja tangível, visível, audível, etc., no entanto, há realidades que estão muito além de serem percebidas por nossos órgãos do sentido e, nem por isto são menos reais; verdade é que algumas são até muito mais reais. Deus, por exemplo, é real e a causa primária de todas as realidades, nem por isto o percebemos fisicamente, isto porque “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). Ao nos criar Ele nos fez participantes do mundo espiritual embora tenhamos, também, a vertente física de nossa realidade. O fato é que

O AMOR DE DEUS PARA SALVAÇÃO DA HUMANIDADE

O AMOR DE DEUS SALVAINTRODUÇÃO:
Deus ama toda a humanidade, deseja ter comunhão pessoal com todos os homens e não faz acepção de pessoas. Contudo textos como: 
• “Então disse o Senhor a Moisés: ... Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó” (Ex 7.3); e
• “Eu endurecerei o seu coração, para que não deixe ir o povo... Assim diz o SENHOR: Israel é meu filho, meu primogênito. E eu te tenho dito: Deixa ir o meu filho, para que me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir; eis que eu matarei a teu filho, o teu primogênito.” (Ex 4:21-23);
Estes, dentre outros textos, poderiam levar alguém a pensar: 
• “Como pode Deus amar todos os homens, se ele endureceu o coração de Faraó para que não liberasse o povo de Israel e depois acusá-lo por não ter deixado o povo sair do Egito?”;
• “Essa atitude de Deus não é incoerente? 
• Não é uma injustiça divina?  
• Por que Deus faz distinção entre ‘meu primogênito’, referindo-se a Israel e ‘teu primogênito’ referindo-se ao filho de Faraó? Isto não é acepção de pessoas? 
• Por que Deus disse que mataria o filho de Faraó por não liberar Israel, se quem o induziu a não liberar o povo foi o próprio Deus?”
E mais ainda, na esteira da lógica destes pensamentos outras argumentações, sob forma de questionamentos, poderiam surgir como: 
• “Quem consegue resistir a Deus, ou confrontá-lo? 
• Se Deus sabe que é imbatível, por que razão endureceria o coração de Faraó? 
• Ele faria isto para demonstrar seu próprio poder? 
• Se esta era a intenção de Deus, isto não seria a marca do exibicionismo divino versus a impotência de quem possa resistir-lhe? etc.” 
De fato, à luz da simples leitura dos textos acima, estas argumentações parecem ser bem razoáveis. Porém sabemos muito bem, pelo caráter de nosso Deus, que as idéias que norteiam os argumentos acima não se aplicam a Ele. Então, como entendermos as afirmações divinas nos textos citados?
 
COMO E PORQUE DEUS ENDURECEU O CORAÇÃO DE FARAÓ:
Vamos iniciar fazendo uma diferenciação entre Faraó-homem, Faraó-rei e Faraó-deus.

LIVRAMENTO HUMANAMENTE IMPOSSÍVEL

bóia2Vez ou outra tomamos conhecimento de fatos que envolvem pessoas em iminente risco de vida cuja possibilidade de livramento é, aos nossos olhos, simplesmente impossível. Lembro-me, por exemplo, que recentemente vi uma reportagem na TV onde, num horrível acidente, um veículo de pequeno porte ficou literalmente esmagado entre dois outros de grande porte mas o motorista daquele pequeno veiculo saiu ileso, sem um arranhão sequer. Era humanamente improvável que alguém pudesse sobreviver àquela situação, mas ele sobreviveu. 
Ouvi, num documentário gravado no Museu do Holocausto em Israel, acerca da verídica história de uma menina cuja família fora metralhada pelos nazistas e que, ao invés de ser atingida pelos disparos, ela fora protegida pelo corpo de sua tia que tombou à sua frente. Tendo sido todos dados como mortos, os assassinos retiraram-se. Algum tempo depois, escorregando no sangue dos cadáveres, ela saiu daquela vala comum e sobreviveu para contar o que tinha acontecido. Era humanamente impossível que alguém sobrevivesse a tamanha barbárie, mas ela sobreviveu.
O povo de Israel fora sentenciado à morte pelo rei Assuero a pedido de Hamã (ainda que o rei não conhecesse toda a trama em andamento). A data da execução estava definida. Aconteceria no dia

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