bóia2Vez ou outra tomamos conhecimento de fatos que envolvem pessoas em iminente risco de vida cuja possibilidade de livramento é, aos nossos olhos, simplesmente impossível. Lembro-me, por exemplo, que recentemente vi uma reportagem na TV onde, num horrível acidente, um veículo de pequeno porte ficou literalmente esmagado entre dois outros de grande porte mas o motorista daquele pequeno veiculo saiu ileso, sem um arranhão sequer. Era humanamente improvável que alguém pudesse sobreviver àquela situação, mas ele sobreviveu. 
Ouvi, num documentário gravado no Museu do Holocausto em Israel, acerca da verídica história de uma menina cuja família fora metralhada pelos nazistas e que, ao invés de ser atingida pelos disparos, ela fora protegida pelo corpo de sua tia que tombou à sua frente. Tendo sido todos dados como mortos, os assassinos retiraram-se. Algum tempo depois, escorregando no sangue dos cadáveres, ela saiu daquela vala comum e sobreviveu para contar o que tinha acontecido. Era humanamente impossível que alguém sobrevivesse a tamanha barbárie, mas ela sobreviveu.
O povo de Israel fora sentenciado à morte pelo rei Assuero a pedido de Hamã (ainda que o rei não conhecesse toda a trama em andamento). A data da execução estava definida. Aconteceria no dia “treze do duodécimo mês (que é o mês de adar)” a aniquilação total dos judeus (Ester 4.13). Hamã era político hábil, primeiro ministro do reino, acostumado às mordomias palacianas, conselheiro do rei, politicamente inatingível.
Diante das cogitações humanas do pensador de Eclesiastes quando disse “atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador; e a força estava da banda dos seus opressores; mas eles não tinham nenhum consolador” (Eclesiastes 4.1) somos levados a pensar na impossibilidade de os judeus escaparem da matança com data marcada.
Nas situações que citei e em inúmeras outras de que tomamos conhecimento a possibilidade do livramento é praticamente nula, a não ser que ocorra um milagre. Uma intervenção miraculosa que altere o resultado esperado. 
Voltando ao caso dos judeus sentenciados, somos informados pelo relato bíblico que eles quebrantaram-se diante do Todo-Poderoso, oraram, jejuaram e através da rainha Ester pediram alteração da sentença. Deus interveio. Informado acerca da trama engendrada por Hamã, o rei Assuero mandou executar aquele “inatingível” primeiro ministro. E quanto ao dia agendado para a execução dos judeus?
“No mês duodécimo, que é o mês de adar, no dia treze do mesmo mês em que chegou a palavra do rei a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus esperavam assenhorear-se deles, aconteceu o contrário, porque os judeus foram os que se assenhorearam dos seus aborrecedores. (Ester 9.1). O milagre aconteceu!!!!
No Jardim do Éden, depois da iniciativa própria em aceitar a proposta satânica, o homem se viu condenado à morte eterna. Estava banido do Éden. Não tinha acesso à árvore da Vida. Toda raça humana estava condenada. Todos estavam nas garras e sob o poder de Satã. A consumação da condenação estava apenas limitada à chegada da morte física. Não haviam iniciativas ou meios humanos que pudessem livrá-lo da condenação eterna. Os rituais religiosos nada podiam fazer por ele. As boas obras humanas mostravam-se ineficazes para esta empreitada. Estava decretada a falência humana com uma existência eterna longe de seu Criador e submetido aos mais rigorosos dissabores infernais. Somente um milagre poderia livrá-lo. E o milagre aconteceu!!!!!
No Calvário o Deus Eterno humanizado – Jesus Cristo, nosso Salvador, assumiu a nossa culpa, tomou sobre si nossos pecados, entregou-se à morte em nosso lugar e, ao terceiro dia, ressuscitou para nos garantir Vida Eterna. Assim como o homem voluntariamente entregou-se a Satanás, aceitando sua proposta; assim também ele precisa aceitar voluntariamente a salvação oferecida por Cristo e, desta forma, realizar-se-á nele o maior milagre oferecido pelo céu – salvação de sua alma. O livramento que era humanamente impossível e improvável aconteceu. E aí, você vai aceitá-lo? Entregue tua vida ao Senhor HOJE. Hoje é o dia aceitável, dia de socorro e de salvação da sua alma que é eterna (2 Coríntios 6.2). Deus te abençoe!
 

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