Vencedor2Genericamente a palavra “realidade” é definida como algo ou alguém que tem existência real, algo verdadeiro, algo que por consenso geral ou por demonstração científica efetivamente existe. Normalmente, associamos a realidade a algo que seja percebido pelos nossos sentidos naturais, algo que seja tangível, visível, audível, etc., no entanto, há realidades que estão muito além de serem percebidas por nossos órgãos do sentido e, nem por isto são menos reais; verdade é que algumas são até muito mais reais. Deus, por exemplo, é real e a causa primária de todas as realidades, nem por isto o percebemos fisicamente, isto porque “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). Ao nos criar Ele nos fez participantes do mundo espiritual embora tenhamos, também, a vertente física de nossa realidade. O fato é que

as realidades do mundo físico são passageiras “o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 João 2:17); ou seja, são realidades que um dia deixarão de existir fisicamente e, assim sendo, deixarão de ser percebidas pelos sentidos humanos. Por outro lado as realidades do mundo espiritual são perenes, eternas, inacabáveis, embora nem sempre sejam tão perceptíveis fisicamente. Assim sendo, podemos afirmar que a realidade do mundo espiritual é tão real quanto a do mundo físico, mas os seus efeitos são de percepção eterna e o homem deve definir esses efeitos sobre si enquanto vive e está dentro da realidade física desta vida. Portanto, meu amigo, se ainda não constituíste Jesus Cristo como Salvador e Senhor de tua alma imortal, faça-o AGORA pois hoje é o dia aceitável. Infelizmente, via de regra, nos preocupamos muito mais com a nossa realidade física; contudo, a Bíblia nos adverte “não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. (Mateus 6:31-33). Por outro lado, normalmente, não temos esta mesma preocupação com a realidade espiritual “Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será?” (Lucas 12:20). O texto de Hebreus 11.27 “pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível” nos apresenta um homem – Moisés – que tinha a perspectiva correta quanto à avaliação e priorização dessas duas realidades; e mais ainda, o contexto nos mostra como ele soube vencer o paradoxo da realidade física versus a realidade espiritual, através da fé e fixando a visão no invisível. O contexto nos afirma, também, que Moisés tinha “a faca e o queijo na mão” quanto à possibilidade de desfrutar de uma vida regalada na corte egípcia, no entanto ele “sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa” (Hebreus 11:24-26). Moisés somente agiu assim porque ele “viu o invisível”, ou seja, ele atentou mais para a realidade espiritual de peso eterno do que para a transitoriedade da realidade física. Ao amigo lembro que para gozar da felicidade da realidade eterna você deve aceitar a salvação que te é oferecida por meio da fé em Jesus Cristo. Entregue HOJE a tua vida aos cuidados d’Ele e seja eternamente feliz. Deus te abençoe!

Pr. Celso de Castro Costa

PRESIDENTE DA ADAV

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