SUBIDA PARA JERUSALÉM CELESTIAL (1ª PARTE)

 

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Primeira Parte
 
I – INTRODUÇÃO:
A razão essencial da existência da Igreja do Senhor neste mundo é de andar com Jesus e falar d’Ele a todos os perdidos. Andar com Jesus pressupõe a idéia de comunhão e intimidade com o Salvador sem o que não se é Igreja. Falar d’Ele traduz a idéia de proclamação do evangelho, executar missões mundiais no cumprimento da expressa ordem d’Ele à sua Igreja, o não cumprimento disto é aberta desobediência a Ele. A ação de falar d’Ele chegará ao final por ocasião do arrebatamento da Igreja já a ação de andar com Ele permanecerá pela eternidade sem fim. Isto posto, a Igreja não pode perder o foco do céu, da sua morada eterna com Ele, de sua ascensão à glória celestial.
Com esta premissa em mente quero expor, com auxílio de outros autores, um breve estudo sob o tema “Subida Para Jerusalém Celestial” a partir da análise dos Salmos 120 a 134. Esses Salmos são chamados de “cânticos de subida”, “cânticos dos degraus”, ou ainda “cânticos graduais”.  O sentido exato dessas expressões é incerto; contudo, alguns estudiosos têm proposto algumas razões para esses títulos; a saber:
1 – Supõe-se que esses salmos eram cantados pelos peregrinos e judaizantes (gentios adeptos do Judaísmo) enquanto subiam para Jerusalém, em direção ao Templo, especialmente por ocasião da Páscoa. Esta tese fundamenta-se em alguns textos bíblicos como: Deuteronômio 16.16; 1 Reis 12.28; Lucas 2.41; Atos 1.5-11; dentre outros;
2 – Há quem pense que esses Salmos eram entoados pelos exilados judeus quando eram repatriados, subindo em direção a Jerusalém, vindos de Babilônia. Esta tese fundamenta-se, principalmente, com base no Salmo 126;
3 – Outros pensam que os referidos Salmos eram cantados pelos levitas sobre os 15 degraus que separavam a subida do Pátio das Mulheres para o Pátio do Povo, no Templo; e
4 – Considera-se, ainda, que esses Salmos eram cantados quando os hebreus acompanhavam os animais oferecidos em holocausto, na rampa que conduzia o altar. A ligação entre os termos hebraicos específicos também favorece este entendimento: ‘OLOT (sacrifício) e MA’OLOT (subida).
Observa-se que todas as propostas listadas têm um elemento em comum: a idéia de ascensão, de subida. De qualquer forma esses poemas sagrados devem ser estudados sob a ótica da doutrina fundamental das Sagradas Escrituras: a do resgate do homem. A ascensão do ser humano do exílio do pecado à adoção em Cristo; das trevas espirituais à gloriosa luz que é Cristo; da indiferença e apatia espiritual à consciência da responsabilidade para com Deus; da morte espiritual à vida eterna.
Nesses poemas sacros Jerusalém é tipificada como a morada de paz, a habitação segura (até porque este é o seu significado na língua hebraica) e vista como o desejo último do coração de seus habitantes. Num estudo sério e atencioso, não há como fugir do significado espiritual que subjaz ao texto: a Jerusalém Celestial, as Mansões Eternas, o Tabernáculo de Deus – Hebreus 12.22. Não é este o desejo último do salvo: Chegar às Mansões Celestiais e ali contemplar e adorar o seu Amado para sempre? Assim sendo, podemos afirmar que os “cânticos de subida” são ricos em simbolismo e, num estudo comparativo, podemos inferir daí a ascensão do cristão desde sua conversão até sua entrada na Canaã Celestial.
Conhecida como Salém (Gênesis 14.18); Jebus (Josué 18.28); Cidade de Davi (2 Samuel 5.7); Cidade do Grande Rei (Mateus 5.35); Sião, nome de um dos montes da Cidade (Salmo 48.1,2); Cidade de Deus (Hebreus 12.22), Cidade Santa (Salmo 46.4); Cidade de Justiça (Isaías 1.26); etc., Jerusalém está edificada sobre uma elevação de aproximadamente oitocentos metros de altitude com diversos montes ou elevações; daí falar-se constantemente em “subir a Jerusalém” – 1 Reis 14.25; 2 Reis 18.17; Isaías 7.1; Mateus 20.17; Lucas 2.42; 18.31; Atos 15.2; Gálatas 2.1; etc.

MORTE COMO RESULTADO DE UMA VISÃO EQUIVOCADA

raposI - INTRODUÇÃO:
O Beija-Flor e as Minhocas
“Dois beija-flores, pai e filho, estavam voando lado a lado. Era lindo vê-los conversando. Os assuntos giravam em torno da família, feitos do passado, derrotas, vitórias. O pai aproveitava sempre as circunstâncias para dizer algo a respeito de sua árvore genealógica, que descendiam de uma nobre linhagem de beija-flores, que era uma felicidade ser beija-flor, poder voar, andar de flor em flor, etc.”
“Mas o beija-flor filho ouvia apenas parte daquela conversa toda. Às vezes se distraía e deixava o pensamento voar – e o pai ali falando. E ele discorria sobre a importância das penas de suas asas, e como eram importantes para cada beija-flor. Mas o beija-flor filho, com seus pensamentos voadores, começou a prestar atenção a outra “conversa” que vinha de mais longe, lá de baixo, do chão, da estrada, de onde se ouvia o som de uma sineta e a voz estridente de uma raposa. A voz propunha trocas e dizia enfática: - Quem quer trocar? Quem quer trocar? Troca-se penas de beija-flor por minhocas! Quem quer trocar?”
“O beija-flor filho não pensou duas vezes. Desceu, direto para a estrada e se apresentou à raposa da carrocinha. O que é minhoca? Perguntou curioso e decidido. A raposa, astuta e ambiciosa, descreveu minhocas como um delicioso alimento, algo de gosto inigualável e maravilhoso. Então beija-flor propôs a negociação:”

O SIGNIFICADO DA SUBMISSÃO BÍBLICA DA ESPOSA AO ESPOSO

esposaA esposa é figura imprescindível à família. Ela é a cooperadora número um do marido, a maior amiga de seus filhos, a administradora do lar. Muitas são as facetas que tratam do papel por ela desenvolvido no lar mas, neste breve texto, abordarei apenas um: o que trata de seu relacionamento com seu esposo no que tange à submissão (tema às vezes mal compreendido pelas partes).

Embora antes da queda houvesse uma conotação velada (escondida) da liderança masculina no lar, quando Deus disse: “far-lhe-ei uma adjutora”, foi somente no contexto pós-queda que Deus estabeleceu de forma clara três princípios para a mulher:
1 – “com dor terás filhos”;
2 – “teu desejo será para o teu marido”;
3 – “Ele (teu marido) te dominará”, Gn 3.16.
O segundo e o terceiro princípios são absolutamente claros: a liderança do lar foi dada ao marido. Que nenhum marido se engane, a liderança no lar sobrecarrega-o com a responsabilidade quanto aos rumos de sua família, ao contrário de colocar um porrete em sua mão para maltratá-la como alguns, infelizmente, entendem. Esta liderança constitui-se numa segurança para sua esposa.

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