CRER E CONFESSAR PARA SER SALVO

cre2Neste texto de reflexão sobre a Mensagem da Cruz, quero compartilhar convosco algumas considerações sobre o processo da salvação. Na cruz do Calvário, Jesus consumou o plano para o resgate dos seres humanos, possibilitando o acesso destes à vida e morada eterna com Ele. Assim, a salvação está disponível para os que desejarem ser salvos.
Se a salvação está disponível, o que é necessário ser feito para obtê-la? Foi isso que certo carcereiro perguntou a Paulo e Silas, servos do Senhor (Atos 16.30). Prontamente, a resposta dada por eles foi: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16.31). Eis aí a primeira resposta à pergunta feita: é necessário crer em Jesus Cristo. Entenda-se este “crer”, não apenas como o simples ato de acreditar. É preciso crer com o coração (Romanos 10.10a). Muito mais que isso, é necessário confessar com a boca, pois “com a boca se faz confissão para salvação” (Romanos 10.10b). O ato da confissão para salvação se dá quando o indivíduo reconhece que é pecador e crê que Jesus é o Senhor e Salvador da sua alma. Vejamos alguns exemplos bíblicos de pessoas que creram, confessaram com a boca e alcançaram graça para a salvação.
Malfeitor crucificado – Lucas 23.32-43 – Esse homem, identificado na Bíblia como “malfeitor”, reconhece seus erros e confessa, quando diz que ele e o outro malfeitor, também crucificado ao lado de Jesus, estavam sendo condenados porque os atos deles mereciam. Outro tipo de confissão para salvação feita por ele foi reconhecer que Jesus era Senhor, tinha um reino e era poderoso para levá-lo para Si. A resposta de Jesus aos seus comentários e pedido foi: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (v. 43). Este creu, confessou e foi salvo.
Filho pródigo – Lucas 15.11-32 – O pai da parábola do Filho Pródigo é a representação do Senhor. Já os filhos, representam os seres humanos no relacionamento com o Pai celestial. O mais novo dos filhos, ao pedir a parte da herança, que, segundo ele, lhe cabia, saiu da presença do pai para viver dissolutamente. Após sofrer muito, reconhece ter errado e decide confessar seu erro. Em momento de grande reflexão, disse: “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus trabalhadores” (vv. 18 e 19). O pedido de perdão, após o reconhecimento do erro, levou aquele homem, que reconheceu a bondade do pai, ser recebido em casa com uma grande festa.
O publicano – Lucas 18.9-14 – Nas orações do fariseu e do publicano vemos uma importante lição sobre arrependimento e confissão. O que Jesus disse aos que o ouviam, foi que o publicano, após orar ao Senhor, desceu para sua casa, justificado. A justificação deste se deu pelo fato de ele ter reconhecido sua condição de pecador e confessado. Eis as suas palavras: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (v. 13b). Quem busca ser justificado dos seus erros, precisa se aproximar de Deus reconhecendo ser pecador.
Zaqueu – Lucas 19.1-10 – Eis mais um personagem que reconheceu o senhorio de Jesus. Após refletir sobre sua situação, ele manifestou intenção de restituir quadruplicado a quem tivesse defraudado. É importante notar que no texto bíblico que narra a história, a fala de Jesus dizendo “hoje, veio salvação a esta casa”, é proferida apenas depois da ação do publicano em ter reconhecido sua situação de pecador.
Eis mais uma vez o ponto chave desta reflexão: a salvação de Deus é liberada para o homem mediante o reconhecimento deste de que é pecador, da confissão de seus pecados e da aceitação de que Jesus é o único que pode salvá-lo. A Bíblia diz que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1-9). Se você deseja ser salvo, a oportunidade é agora! Se já creu no coração, publique com sua boca, pois “com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10.10).
 

TEMPO – UMA DIMENSÃO A SER OBSERVADA

“E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.”relógio2

Apocalipse 22.10

Quando agendamos um encontro com alguém duas variáveis são indispensáveis: o local (dimensão de espaço); dia e horário (dimensão de tempo). Sem estas informações torna-se impossível sabermos em que coordenadas do espaço geográfico, e quando no espaço temporal, encontraremos tal pessoa.

O Criador dos céus e da terra é, também, o Criador do tempo. Um lapso do espaço existencial, dentro da eternidade, no qual Ele criou o homem à sua imagem e semelhança, providenciou a eterna salvação desse homem criado e que caíra em pecado e condenação, e marcou um encontro com ele (homem) para que esse seja destinado a desfrutar da eternidade gloriosa e inenarrável com palavras humanas, ao lado de seu Criador e Deus; ou sofrer as agruras eternas, também inenarráveis, distante do Criador.

O encontro está agendado. As duas variáveis foram informadas. A primeira: Onde? Na Igreja. Local em que se reúnem os salvos em Cristo Jesus. Não é um local físico, e sim, um local espiritual onde se refugiam aqueles que reconheceram-se pecadores e condenados à perdição eterna, mas que aceitaram a graça de Deus, estendida a todos os homens que recebem Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Mesmo aqueles que receberam Cristo como Salvador e já faleceram integram a Igreja do Senhor. Nessa comunidade de salvos dar-se-á o encontro marcado, ocasião em que ela (a Igreja) será súbita e rapidamente retirada da terra e encontrar-se-á com o seu Salvador nos céus (1 Tessalonicenses 4.16,17).

A segunda variável: Quando? No tempo do fim da presente era da Igreja na terra. Por ocasião do arrebatamento da Igreja, isto é, por ocasião da súbita e rápida retirada dos salvos em Cristo Jesus, da terra. Não é um tempo que se possa ser definido quanto a ano, mês, dia ou horário. No entanto esse tempo indeterminado está bem balizado pela Palavra de Deus e essas sinaleiras de balizamento devem nos alertar quando à brevidade desse tempo do fim. Vejamos alguns sinais:

1 – O estabelecimento do Estado de Israel em 1948, simbolizado nas profecias bíblicas como figueira. “Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24.32);

2 – A globalização cuja tecnologia “encurtou” as distâncias, quebrou barreiras alfandegárias, monetárias, etc., preparando o mundo para o advento do Anticristo. Líder que terá domínio político, financeiro e religioso sobre a população mundial após o arrebatamento da Igreja;

3 – As crises sociais com a quebra de regras consolidadas historicamente na sociedade mundial, como a apologia ao aborto, à homossexualidade num reclamo à igualdade de uma raça, etc.;

4 – A ocorrência de eventos naturais cataclísmicos com destruição de muitas vidas humanas: Tsunami na Oceania em dezembro de 2004, Furacão Katrina na Califórnia em 2005, os Terremotos no Haiti em 2010, o Tsunami no Japão em 2011, etc. são alguns marcos. Sempre houve eventos desta natureza na História, mas nunca com tamanha intensidade e com tão elevada periodicidade. Certamente, também, devido ao já tristemente afamado aquecimento global.

Amigo, a primeira variável que responde à pergunta onde? te aponta o local e o mesmo está HOJE disponível ao teu alcance; e o acesso a essa variável depende somente de você. Já a segunda variável, a dimensão tempo, que responde à pergunta quando? deve ser considerada e observada posto que você tem livre acesso a ela HOJE mas você não pode afirmar que terá domínio sobre ela AMANHÃ.

O texto que tomei por base, na abertura desta breve palavra, nos diz que o anjo que mostrava as revelações a João na Ilha de Patmos mandou-lhe anunciar, isto é, não selar, não guardar, não reter o que lhe estava sendo mostrado. Ao contrário, João deveria revelar (daí o nome do livro – Apocalipse – que significa revelação) o que lhe estava sendo mostrado. E por que deveria fazer assim? Resposta: Porque o tempo está próximo.

Meu amigo o tempo do fim está próximo, portanto receba HOJE Jesus Cristo como teu Salvador e Senhor. Ouça o apelo que o Espírito de Deus e a Igreja (conhecida como a esposa do Cordeiro) te fazem: “o Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem! E quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida” (Apocalipse 22.17)

Depois deste tempo do fim só restará a eternidade com duas vertentes: Um lado de eterna injustiça, sofrimento, dor, etc. conhecido como Inferno. Outro lado de eterna justiça, santidade, glória, etc. conhecido como Céu. É o que afirma o versículo seguinte ao texto da epígrafe: “Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda” (Apocalipse 22.11).

Portanto amigo leitor se

 

 você ainda não confessou a Jesus Cristo como teu Salvador e Senhor ou se você está afastado dos caminhos do Senhor, lembro que HOJE você deve “nascer de novo”. Para tanto é necessário que tão somente você aceite a salvação que te é oferecida por meio da fé em Jesus Cristo e assim, estarás pronto para a eternidade feliz ao lado do teu Salvador. Deus te abençoe!

TEMPO COMO UMA DIMENSÃO A SER OBSERVADA

“E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.”relógio2

Apocalipse 22.10

Quando agendamos um encontro com alguém duas variáveis são indispensáveis: o local (dimensão de espaço); dia e horário (dimensão de tempo). Sem estas informações torna-se impossível sabermos em que coordenadas do espaço geográfico, e quando no espaço temporal, encontraremos tal pessoa.

O Criador dos céus e da terra é, também, o Criador do tempo. Um lapso do espaço existencial, dentro da eternidade, no qual Ele criou o homem à sua imagem e semelhança, providenciou a eterna salvação desse homem criado e que caíra em pecado e condenação, e marcou um encontro com ele (homem) para que esse seja destinado a desfrutar da eternidade gloriosa e inenarrável com palavras humanas, ao lado de seu Criador e Deus; ou sofrer as agruras eternas, também inenarráveis, distante do Criador.

O encontro está agendado. As duas variáveis foram informadas. A primeira: Onde? Na Igreja. Local em que se reúnem os salvos em Cristo Jesus. Não é um local físico, e sim, um local espiritual onde se refugiam aqueles que reconheceram-se pecadores e condenados à perdição eterna, mas que aceitaram a graça de Deus, estendida a todos os homens que recebem Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Mesmo aqueles que receberam Cristo como Salvador e já faleceram integram a Igreja do Senhor. Nessa comunidade de salvos dar-se-á o encontro marcado, ocasião em que ela (a Igreja) será súbita e rapidamente retirada da terra e encontrar-se-á com o seu Salvador nos céus (1 Tessalonicenses 4.16,17).

A segunda variável: Quando? No tempo do fim da presente era da Igreja na terra. Por ocasião do arrebatamento da Igreja, isto é, por ocasião da súbita e rápida retirada dos salvos em Cristo Jesus, da terra. Não é um tempo que se possa ser definido quanto a ano, mês, dia ou horário. No entanto esse tempo indeterminado está bem balizado pela Palavra de Deus e essas sinaleiras de balizamento devem nos alertar quando à brevidade desse tempo do fim. Vejamos alguns sinais:

1 – O estabelecimento do Estado de Israel em 1948, simbolizado nas profecias bíblicas como figueira. “Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24.32);

2 – A globalização cuja tecnologia “encurtou” as distâncias, quebrou barreiras alfandegárias, monetárias, etc., preparando o mundo para o advento do Anticristo. Líder que terá domínio político, financeiro e religioso sobre a população mundial após o arrebatamento da Igreja;

3 – As crises sociais com a quebra de regras consolidadas historicamente na sociedade mundial, como a apologia ao aborto, à homossexualidade num reclamo à igualdade de uma raça, etc.;

4 – A ocorrência de eventos naturais cataclísmicos com destruição de muitas vidas humanas: Tsunami na Oceania em dezembro de 2004, Furacão Katrina na Califórnia em 2005, os Terremotos no Haiti em 2010, o Tsunami no Japão em 2011, etc. são alguns marcos. Sempre houve eventos desta natureza na História, mas nunca com tamanha intensidade e com tão elevada periodicidade. Certamente, também, devido ao já tristemente afamado aquecimento global.

Amigo, a primeira variável que responde à pergunta onde? te aponta o local e o mesmo está HOJE disponível ao teu alcance; e o acesso a essa variável depende somente de você. Já a segunda variável, a dimensão tempo, que responde à pergunta quando? deve ser considerada e observada posto que você tem livre acesso a ela HOJE mas você não pode afirmar que terá domínio sobre ela AMANHÃ.

O texto que tomei por base, na abertura desta breve palavra, nos diz que o anjo que mostrava as revelações a João na Ilha de Patmos mandou-lhe anunciar, isto é, não selar, não guardar, não reter o que lhe estava sendo mostrado. Ao contrário, João deveria revelar (daí o nome do livro – Apocalipse – que significa revelação) o que lhe estava sendo mostrado. E por que deveria fazer assim? Resposta: Porque o tempo está próximo.

Meu amigo o tempo do fim está próximo, portanto receba HOJE Jesus Cristo como teu Salvador e Senhor. Ouça o apelo que o Espírito de Deus e a Igreja (conhecida como a esposa do Cordeiro) te fazem: “o Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem! E quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida” (Apocalipse 22.17)

Depois deste tempo do fim só restará a eternidade com duas vertentes: Um lado de eterna injustiça, sofrimento, dor, etc. conhecido como Inferno. Outro lado de eterna justiça, santidade, glória, etc. conhecido como Céu. É o que afirma o versículo seguinte ao texto da epígrafe: “Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda” (Apocalipse 22.11).

Portanto amigo leitor se você ainda não confessou a Jesus Cristo como teu Salvador e Senhor ou se você está afastado dos caminhos do Senhor, lembro que HOJE você deve “nascer de novo”. Para tanto é necessário que tão somente você aceite a salvação que te é oferecida por meio da fé em Jesus Cristo e assim, estarás pronto para a eternidade feliz ao lado do teu Salvador. Deus te abençoe!

SUBIDA PARA JERUSALÉM CELESTIAL

Segunda ParteImagem1
 
IV – SALMO 122 - 3º POEMA DE SUBIDA: 
Tema Contextualizado: O Aprendizado Cristão
“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor!”
Na jornada rumo à Jerusalém Celestial o caminhante cristão reconhece que, além da proteção indispensável providenciada pelo Senhor (Salmo 121), ele precisa comungar com os demais caminhantes, por isto alegra-se quando vai à Casa do Senhor, o santuário, a templo onde se reúne a Igreja (v.1).
A Igreja é corpo de um organismo vivo, formado pelos caminhantes à Jerusalém Celestial, animado e avivado pelo Espírito Santo e onde a cabeça é Cristo. É também o lugar de reunião dos salvos para comunhão e adoração a Deus. 
O cristão reconhece, tão logo entra nessa caminhada santa, que precisa conhecer os Estatutos Celestiais; por isto ele se alegra quando vai à Casa do Senhor para receber instrução doutrinária, à Escola Bíblica Dominical, aos cultos de adoração e louvor, à oração, quando leva alguém ao conhecimento de Cristo, quando contribui para a causa evangelística e missionária, quando participa dos empreendimentos da Igreja, etc.
É altamente significativo como Deus encaminha o seu povo na jornada, dando sempre exemplos e modelos para que ninguém erre o caminho. Isto aconteceu no Antigo Testamento (na construção da Arca de Noé, no modelo do Tabernáculo, no modelo do Templo, etc.) e também acontece no Novo Testamento quando apresenta o modelo da Igreja para que não sejamos ignorantes. Isto porque a ignorância mantém o povo cativo nas trevas do engano e à mercê das falsas doutrinas.
O cristão sente-se firme tendo seus pés fincados na Casa do Senhor (v.2) que, numa antevisão futurista, é a sua Jerusalém. Ele reconhece que os Estatutos de Sião são elevados e a ele concorrem todos os povos (v.4) porque ali estão os juízos de Deus (v.5). Consciente da excelência de Sião o caminhante cristão ora e trabalha para que haja paz na Casa do Senhor, para seu bem e de seus irmãos (v.6-9).
Desta forma podemos concluir que após romper com o mundo (Salmo 120), enveredar-se pela senda gloriosa rumo à Canaã Celestial, e receber a proteção divina ao longo da jornada (Salmo 121), o caminhante cristão precisa aprender no Templo do Senhor para não errar o caminho (Salmo 122).
 
V – SALMO 123 - 4º POEMA DE SUBIDA: 
Tema Contextualizado: Socorro Divino Contra os Males Internos
“Para ti, que habitas nos céus, levanto meus olhos!”
Convertido ao Senhor (Salmo 120) o cristão pôs-se a caminho da Canaã Celestial. Recebendo a proteção divina (Salmo 121) ele continua firme sua jornada equilibrada e assim, alegra-se em estar na casa de Deus (Salmo 122). 
O peregrino percebe que há um perfeito vínculo entre os Salmos 121.1a e 123.1. Em ambos ele eleva seus olhos. No primeiro ele avista os montes onde está Jerusalém (a pátria terrena) enquanto que, no segundo, ele aguça sua visão espiritual para a Jerusalém (pátria celestial) onde habita seu Senhor. No primeiro ele contempla os males externos que tentam estorvar sua jornada, no segundo, cônscio de sua estrutura, ele contempla seus males internos. Em ambos ele espera o socorro divino (Salmo 121.2; Salmo 123.3).
O caminhante percebe que existem males internos, marcas em sua personalidade anteriormente corrompida pelo pecado, dos quais precisa livrar-se. Sua visão do mundo e o relacionamento com as demais pessoas (caminhantes ou não para o céu), às vezes, o faz sentir-se alvo de zombaria e escárnio (Salmo 123). Em vista disto levanta os olhos para aquele que “habita nos céus” e espera a resposta d’Ele.
Com este episódio o cristão percebe que deve conhecer não somente sua estrutura física mas, sobretudo, a espiritual e a psicoemocional, que interagem com o mundo exterior que o cerca. É preciso que ele saiba diferenciar os traumas internos dos externos, que o faz sentir-se desprezado.
Quem alerta o caminhante quanto à sua própria estrutura é o Espírito Santo (Romanos 8.9) que, uma vez habitando no cristão enquanto ele caminha para o céu, faz produzir nesse o Seu maravilhoso fruto (Gálatas 5.22) que, numa de suas facetas, apresenta o domínio próprio ou temperança que é, exatamente, ter a estrutura psicoemocional do caminhante sob o domínio do Espírito.
Concluímos que há esperança para todos os cristãos no poder de Jesus Cristo. O Espírito Santo age na vida emotiva do crente porque as nove características da vida plena do Espírito têm o poder de Deus para vencer cada uma das fraquezas humanas. (Gálatas 5.22,23).
 
VI – SALMO 124 - 5º POEMA DE SUBIDA: 
Tema Contextualizado: Louvor Pelo Livramento Físico, Emocional e Espiritual
“Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, ora, diga Israel”
Avançando em sua escalada rumo à Jerusalém Celestial e, consciente dos percalços do caminho para impedirem o progresso de sua jornada, o peregrino cristão louva ao seu Senhor, pelos livramentos físicos (v.2,3) e psicoemocional (v.4,5), o que redunda no livramento integral do homem espiritual (v.8).
Ele está consciente de que os males que habitavam em sua velha natureza não eram apenas espirituais mas, também, físicos e emocionais como fruto de uma natureza depravada e distante de Deus. Portanto ele sabe que precisa do socorro divino também para livrá-lo de traumas emocionais, acusações mentais acerca de pecados cometidos e já perdoados (Apocalipse 12.10,11). 
Se não fora esse livramento ele teria sido abatido pelos homens (v.2,3) ou então sua estrutura psicoemocional teria sido fortemente abalada (v.4,5). Reconhecendo o livramento só resta ao caminhante bendizer ao seu Senhor (v.6) porque sua alma escapou, tal como um pássaro escapa do laço dos passarinheiros (v.7). Conclui-se portanto que o louvor e gratidão a Deus, por todos os livramentos recebidos, caem bem aos lábios dos peregrinos na terra.
 
VII – SALMO 125 - 6º POEMA DE SUBIDA: 
Tema Contextualizado: Confiança em Deus Em Toda Jornada
“Os que confiam no Senhor serão como o Monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”
Tendo experimentado vários livramentos do Senhor, o peregrino cristão expressa sua total confiança n’Ele. Compara a capacidade dos que confiam no Senhor à indestrutibilidade do Monte Sião (v.1); e ainda, ele vê no Senhor uma muralha protetora aos caminhantes, tal como os montes que cercam e protegem Jerusalém (v.2).
O caminhante cristão está convicto de que o império da maldade não dominará sua vida e, ainda que sofra alguns reveses da vida, permanecerá confiante no Senhor (v.3), pois Ele tem sua Palavra empenhada na segurança dos seus (Mateus 28.20; 1 Coríntios 10.13) para que seus pés não vacilem.
Então, confiante e alegre, o peregrino pede ao seu Senhor que continue abençoando os caminhantes para Jerusalém Celestial e que a paz reine sobre os fiéis do Senhor (v.4,5). Conclui-se, portanto, que a segurança do crente ocorre na medida direta de sua confiança n’Aquele que o sustém – Nosso Deus.
 

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